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"Você não pode ensinar nada a um homem; você pode apenas ajuda-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo."
Galileu Galilei

1 de agosto de 2009

A BOLSA

Alberto conheceu Esther ocasionalmente em uma de suas caminhadas diárias em final de tarde, quando que ao passar por um desses bancos de praça pública, pode notar que nele havia uma bolsa, dessas tipo a tiracolo, feminina. Olhou em volta, e não viu ninguém.
Pegou a bolsa e a abriu para que pudesse ver se havia alguma identificação. Até então, achava que aquela bolsa estava ali por descuido, esquecimento. Em seu interior havia coisas sem importância, objetos femininos, algumas moedas, e um papel, desses de caderno, dobrado e bastante amarelado pelo tempo. Era uma carta, e sem que a curiosidade pudesse lhe impedir, e após a ler, pode constatar ser de despedida, assinada por alguém de nome Alice. Não era uma despedida de alguém querendo por fim a vida, e sim fugindo de alguém e da vida. Levaria consigo a sua filha, deixando para trás um amor impossível. Alguns minutos após ter lido a carta, e sem saber o que fazer com a bolsa, escuta alguém vindo em sua direção correndo.
–Ei moço, moço, esta bolsa é minha.
Alberto já olhando para trás.
–Oi, eu já estava de saída, sem saber o que fazer.
Bastante ofegante e já mais próximo de Alberto.
–Obrigada, obrigada, eu sentei aí por um instante e acabei esquecendo.
Alberto sentindo-se envergonhado e um pouco ruborizado.
–Me desculpe, eu acabei de ler uma carta, algum parente seu.
–É minha mãe, faleceu fazem dois meses.
–Meus sentimentos.
–Obrigada.
–Ah, meu nome é Alberto, muito prazer.
–O meu é Esther.
–Você mora aqui por perto.
–Moro a umas cinco quadras, mudei fazem uns quinze dias, mas não sei se vou ficar por muito tempo.
–Eu também moro aqui por perto, caminho por aqui todos os dias.
–Me desculpe, mas eu preciso ir, tenho coisas pra arrumar lá em casa, está uma bagunça.
–Não tenho muitas coisas, mas ainda não tive tempo.
–Ah, tudo bem, foi um prazer te conhecer Esther.
–A gente se vê por aí.
–Tchau.
–Tchau.

eam-eam

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QUEM LÊ SABE MAIS .

05 / 08 / 2010 Arqueólogos encontram complexo subterrâneo em pirâmide no México
http://www.ambientebrasil.com.br/

Um complexo subterrâneo foi localizado sob a pirâmide de Quetzalcoatl, no sítio arqueológico de Teotihuacán, conforme divulgou o Instituto Nacional de Antropologia e História mexicano (INAH).

A construção, composta por um túnel, daria acesso a uma série de galerias sob o templo dedicado a uma das principais divindades astecas, com aspectos de serpente e de pássaro.

Segundo os arqueólogos, a entrada do complexo estaria há 12 metros de profundidade e foram necessários oito meses de escavações para descobri-la.

Os especialistas acreditam que o local pode conter os restos de governantes da antiga cidade no centro do México.

A entrada do túnel teria sido fechada há 1,8 mil anos pelos habitantes e a estrutura é anterior à construção do tempo de Quetzalcoatl. O local recebia oferendas diversas como ornamentos fabricados com conchas, jade, ardósia e obsidianas.

Ao todo, o complexo teria 100 metros de profundidade. Descoberto em 2003 por Sergio Gómez e Julie Gazzola, o complexo só pode ser explorado após sete anos de planejamento e captação de recursos financeiros. A equipe que realizou o trabalho é composta por 30 profissionais.

– (Fonte: G1)

" FRASEANDO "


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