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"Você não pode ensinar nada a um homem; você pode apenas ajuda-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo."
Galileu Galilei

19 de agosto de 2009

A CABEÇA SATÃNICA

Os relatos são assustadores.
Ora descreve-se como a cabeça de uma pessoa, de cabelos compridos, olhos arregalados e amedrontadores, com um grande sorriso na face, a se deslocar rolando ou saltitando pelo chão. Uns a descrevem como a cabeça de um cangaceiro, de feições rudes e sempre com um sorriso à contemplar quem com ela se depara.
Pode surgir de repente com se fosse uma pessoa comum.
Esta sempre aparece de costas para a pessoa, sempre tarde da noite, em lugares onde há pouca luz.
Então aquela pessoa taciturna, de repente, se desfaz caindo no chão e aí surge a assustadora cabeça rolante.
Há relatos que a descrevem como sendo uma cabeça conduzida numa das mãos, a segurá-la pelos cabelos, por outro ser fantástico, que a solta quando se defronta com alguém para que esta possa perseguir a vítima.
É uma entidade tão temida pelos habitantes das regiões mais remotas, que a simples pronúncia do seu nome, é evitada por todos.
Mesmo quanto estão a conversar sobre assombrações, evitam pronunciar tal nome, pois associam o mesmo a encarnação viva do próprio demo, e dizem que basta que ela toque em alguém para que a pessoa adoeça e morra.
É portanto sinal de agouro, quando ela corre noites afora, e de repente de detém diante da casa de alguém.

Informações adicionais Nomes comuns:
Cabeça Satânica, Cabeça Errante, Besta Fera (este mito tem lenda própria).

Origem Provável:
É um mito difícil de determinar em que época surgiu no Brasil.
É pouco conhecido no Nordeste do Brasil, apesar de aparentemente ser originário desta região.
É relatado nas regiões agreste e sertão, sendo pouco conhecida nas capitais.
É mais comum em Pernambuco onde coletamos muitos relatos.
Pode estar relacionado com o mito Europeu do Lobisomem e certamente tem raízes portuguesas. Complementando a descrição da página principal.
Se ela se detém em frente à alguma casa, nas noites de suas aparições, então é quase certo que uma pessoa ali residente morrerá ou irá contrair uma doença grave, a não ser que um padre reze uma missa e exorcize o local, ainda os moradores terão que realizar uma novena, para se livrarem do mal.
Mas, a tradição mais comum a descreve, como a cabeça do próprio demônio, que sai em noites, não importa se de escuridão total ou de lua, a perseguir andarilhos noturnos.
Há uma tradição que diz que ela se apresenta à jogadores que passam as noites em casas de jogo, ao voltarem para casa de madrugada, ou à pessoas não justas que perambulam pela madrugada.
Descrevem-na como uma cabeça gigante, com cabelos e olhos de fogo, a gargalhar de forma terrível, espalhando pavor e pânico nas paragens onde passa. Para se proteger dela, devem as casas ter uma cruz benta de palha, presa do lado de fora da porta.
Ela assim mesmo, chega às portas das casas, e pode-se ouvir e sentir seu horrível hálito atravessando as frestas das portas.
Nessas horas, deve o morador se agarrar com um terço bento e de forma alguma abrir a porta.
É um mito muito antigo que certamente remonta à época da colonização do interior do Brasil, e é mais comum no Nordeste.
Como existem vários relatos de aparições, as histórias podem variar de um local para outro.
http://sitededicas.uol.com.br/

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QUEM LÊ SABE MAIS .

05 / 08 / 2010 Arqueólogos encontram complexo subterrâneo em pirâmide no México
http://www.ambientebrasil.com.br/

Um complexo subterrâneo foi localizado sob a pirâmide de Quetzalcoatl, no sítio arqueológico de Teotihuacán, conforme divulgou o Instituto Nacional de Antropologia e História mexicano (INAH).

A construção, composta por um túnel, daria acesso a uma série de galerias sob o templo dedicado a uma das principais divindades astecas, com aspectos de serpente e de pássaro.

Segundo os arqueólogos, a entrada do complexo estaria há 12 metros de profundidade e foram necessários oito meses de escavações para descobri-la.

Os especialistas acreditam que o local pode conter os restos de governantes da antiga cidade no centro do México.

A entrada do túnel teria sido fechada há 1,8 mil anos pelos habitantes e a estrutura é anterior à construção do tempo de Quetzalcoatl. O local recebia oferendas diversas como ornamentos fabricados com conchas, jade, ardósia e obsidianas.

Ao todo, o complexo teria 100 metros de profundidade. Descoberto em 2003 por Sergio Gómez e Julie Gazzola, o complexo só pode ser explorado após sete anos de planejamento e captação de recursos financeiros. A equipe que realizou o trabalho é composta por 30 profissionais.

– (Fonte: G1)

" FRASEANDO "


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